domingo, 29 de janeiro de 2012

Sala 1 - O Natal

O Natal estava a aproximar-se e a ansiedade a aumentar com esta época festiva.

Todos os dias falava-se do Pai Natal e das prendas que cada um iria supostamente ter.

Mas afinal porque é que existe o Natal? Para algumas crianças o porquê desta época estava interiorizado, para outras, as mais novas, ainda era um pouco confuso. Visionámos então algumas histórias em Power Point sobre o nascimento do menino Jesus e também de como se comemora o Natal no nossos país e em vários países da Europa, por exemplo em Espanha os meninos só recebem as suas prendas no dia de Reis, dia em que os Reis Magos visitaram o menino Jesus para lhe oferecerem ouro, incenso e mirra. 

Aprendemos também que o espiríto do  Natal deveria estar presente todos os dias nas nossas acções e atitudes, como por exemplo o sermos solidários com os outros, a partilha com a familia, o amor , a paz, a amizade e em muitas outras palavras que nos fazem crescer de uma forma saudavel e cívica.

Decidimos então decorar a a nossa sala por forma a receber esta época com mais alegria. A educadora sugeriu fazer uma árvores de Natal e perguntou qual a melhor forma de o fazer. Alguém sugeriu "Montamos a árvore de Natal do ano passado, aquela que está dentro de uma caixa..." outra criança sugeriu "...ou então vamos à mata e cortamos um pinheirinho pequenino..." E assim encetou-se uma discussão sobre a atitude correta de construir uma árvore de natal que não destruisse o nosso meio ambiente.  E decidimos fazer uma árvore de natal com objetos reciclados...



...abrindo os buracos para enterrar as canas em forma de árvore...












...os nossos pais natais..



...cortando as taças da sopa em forma de estrela para decorar a árvore...

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...pintando as taças da sopa...


...os nossos presépios...




...desmanchando a árvore e voltando a reciclar os materiais utilizados...


 


...a festa de natal em articulação com o 1º ciclo...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sala 1 - A importância da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita

Linguagem  oral

A aquisição  de um maior dominio da linguagem oral é um objetivo fundamental da educação pré - escolar, e para que tal aconteça é necessário criar as condições para que as crianças aprendam.

Neste âmbito, na nossa rotina e atividades diárias são criadas inumeras situações de aprendizagem:


. conversas no tapete sobre os temas em discusão (dedo no ar para falar, fala um de cada vez, por respeito pelo que fala e para todos poderem ouvir)...


. exploração do carater lúdico da linguagem (canções, rimas, lengas lengas, trava linguas, adivinhas,poesia, prosa, jogos verbais - permitem trabalhar ritmos, facilitam a clareza da articulação e podem ser meios de competência metalinguística, ou seja de compreensão do funcionamento da lingua)...


. narrar acontecimentos, reproduzir ou inventar histórias, debater em comum as regras do grupo, negociar a distribuição de tarefas, analisar o comportamento,  planear oralmente o que se quer fazer e contar o que se realizou, fazer perguntas...

                                             



                                                                                 ...

. expressar e comunicar sentimentos através de gestos ou mimica, relacionada com a expressão dramática (comunicação não verbal)...


Frequentemente recorremos às expressões faciais  para comunicar não verbalmente.


 
Pretende-se com este tipo de atividades que a criança vá dominando a linguagem, alargando o seu vocabulário, construindo frases mais completas e complexas, adquirindo um maior domínio da expressão e comunicação que lhes permitam formas mais elaboradas de representação.



Abordagem à Escrita

Não há hoje em dia crianças que não contatem com o código escrito e que, por isso, ao entrar para a educação pré- escolar não tenham já algumas ideias sobre a escrita. Assim, no ensino pré escolar pretende-se tirar partido do que a criança já sabe, permitindo-lhe contatar com as diferentes funções do código escrito. Não se trata de uma introdução formal e clássica à leitura e à escrita, mas de facilitar a emergêngia da linguagem escrita.

Ambientes de aprendizagem promotores  da apropriação da leitura:

Dispor de uma grande variedade de textos e formas de escrita é uma forma de ir apreendendo as suas diferentes funções:

- o livro (instrumento fundamental);
- dicionários;
- enciclopédias;
- jornais;
- revistas;
etc...
Procurar com as crianças informações nestes diferentes tipos de textos constituem meios para que as crianças se apercebam das diferentes utilidades da leitura.


- intrepretar imagens ou gravuras de um livro, descrever gravuras, inventar pequenas lengendas, organizar sequências...




                                              trabalhos realizados no caderno




Ambientes de aprendizagem promotores  da apropriação da escrita:
. escrever o nome e a data:




. registar acontecimentos importantes, escrevendo quem disse o quê:





. as imitações do código escrito vão-se tornando progressivamente mais próximas do modelo:


. utilização do caderno de atividades, permite a organização mais cuidada dos trabalhos realizados e descobrir a direcionalidade da escrita (da esquerda para a direita):




. o desenho é também uma forma de escrita:


 

. código informático - novas tecnologias
 Através da leitura de histórias, são retiradas palavras cujo significado a criança ainda não compreende, são escritas no quadro, pesquisa-se o seu significado no dicionário, as crianças escrevem-nas no computador para posteriormente serem ordenadas no nosso dicionário de parede.








. O gosto e interesse pelo livro e pela palavra escrita inicia-se na educação pré-escolar. O contacto frequente com bibliotecas pode começar nesta idade valorizando este espaço de recreio e de cultura (já recorremos duas vezes à biblioteca Municipal da Fuseta - para recolher informação sobre o corpo humano e para pesquisarmos sobre oa malefícios do tabaco).


O contato com o código escrito e impresso nos seus diferentes formatos, o reconhecimento de diferentes formas que correspondem a letras, a identificação de algumas palavras ou de frases, permitem uma apropriação da espacificidade do código escrito.
Assim as crianças poderão compreender que o que se diz se pode escrever, que a escrita permite reciordar o dito e o vivido, mas constitui um código com regras próprias.





sábado, 3 de dezembro de 2011

Sala 1 - Caraterísticas dos animais domésticos

Ouvimos a história do macaco do rabo cortado, de duas maneiras, a educadora contou pelo livro e ouvimos um CD audio, onde a história foi contada a cantar.

Achámos tão engraçada que decidimos representá-la na nossa sala assumindo as diferentes personagens da história!




Após esta dramatização espontânea fizemos uma avaliação da compreensão da mesma através de perguntas. Por exemplo:

- Onde se passa a história?
- O que mais gostaste na história?
- Qual a parte mais engraçada?
- Qual a parte mais triste?
- Que parte da história mudarias?
-Que animais aparecem na história?
- Pudemos ter um animal deste na nossa casa?
- Porquê?
- Onde é que ele vive?
- O que é que ele come?
- É um animal peludo?
- Põe ovos ou nasce da barriga da mãe?
- Como é que ele se desloca?


Foram questões pertinentes e que nos suscitaram curiosidade.

Recebemos então a visita dos nossos amiguinhos da sala 3 que nos contaram as suas descobertas  sobre alguns animais.





Recolhemos dados através das nossas conversas, do relatos dos nossos amiguinhos e da pesquisa que fizemos em livros e na internet sobre estas questões:
- O que comem os animais?
( carnivoros, granivoros, omnivoros, herbivoros)
- Onde vivem?
(terra, ar, água)
- Como se deslocam?
(marcham, correm, rastejam, voam, saltam)
- Como se reproduzem?
(oviparos, mamiferos)
- Qual o se revestimento?
(penas, pele, pêlos)

(Falámos de animais domésticos e selvagens, mas registámos só alguns dos animais domésticos por viverem, muitos deles, junto ade nós e serem nossos amigos)

 

A tabela de duas entradas utilizada, teve como objetivo educativo o proporcionar às crianças uma forma diferente de organização da informação, pois no nosso quotidiano deparamo-nos, cada vez mais com diversas formas de organizção da informação (listas, tabela, gráficos...). Por outro lado,  atividades deste tipo desenvolve o raciocínio lógico matemático das crianças ao realizarem  tarefas que promovem a classificação, contagem e comparação de dados,  treinando-as para uma compreensão e leitura fácil de tabelas e gráficos.

Saídas ao exterior - Parque infantil

Fomos brincar no parque...